E foram ficando marcadas
sábado, 19 de junho de 2010
ENSAIO sobre as palavras - parte II
E foram ficando marcadas
sexta-feira, 18 de junho de 2010
ENSAIOS sobre as palavras...

"Quantas vezes, para mudar a vida, precisamos da vida inteira, pensamos tanto, tomamos balanço e hesitamos, depois voltamos ao princípio, tornamos a pensar e a pensar, deslocamo-nos nas calhas do tempo com um movimento circular, como os espojinhos que atravessam o campo levantando poeira, folhas secas, insignificancias, que para mais não lhes chegam as forças, bem melhor seria vivermos em terras de tufões. Outras vezes uma palavra é quanto basta."
JANGADA DE PEDRA, José Saramago.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
enquanto a bola rola...



sexta-feira, 11 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
BARBAS, neuroses E BIGODES


quarta-feira, 2 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
post 800...

sexta-feira, 28 de maio de 2010
feitiço ao cadafalso

terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
análise sintática em FOCO

"Imperador cansou da perseguição da imprensa e dos problemas (...)
veNHAM cá, ou eu nada sei sobre sintaxe ou foi o fla que cansou dos problemas do adriano??
será que é mesmo ele o CANSADO com tantos problemas??
o sujeito da frase gera os problemas ou por eles é atingido??
valéria, agnes ou outros professores, ensinem-me...

48. inesperando-se...
Vai Saber?
Adriana Calcanhotto
Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber
Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer
Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de mudar
E pode aparecer onde ninguém ousaria supor
Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não tenha do que duvidar
Pensando bem, pode mesmo
Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais
Vai saber?
Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber
Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer
Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de se dar
E pode aparecer onde ninguém ousaria se pôr
Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não tenha o que considerar
Pensando bem, pode mesmo
Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais
Vai saber?
Vai saber?
Vai saber?
Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber
Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer
Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de jogar
E pode aparecer onde ninguém ousaria supor
Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não venha a reconsiderar
Pensando bem, pode mesmo chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
47. INÚTIL abandono
C7M G7/#5 Gm7
Novamente juntos eu e o violão
A7/b13 Dm7
Vagando devagar, por vagar
Bb7/9 C/E
Cantando uma canção qualquer, só por cantar
G7/b9 C7M
Mercê da solidão
G7/#5 Am Am/G Cº
Vadiando em vão por aí
B7 Em7
Nós vamos seguir,
B/D# Em7
Outra rua, outro bar, outro amigo, outra mão
C#m7/b5 D/C G7/b9 C7M
Qualquer companheira, qualquer direção
G7/#5 Gm7/9
Até chegar em qualquer lugar
A7/b13 Dm7/4
Qualquer que seja a morte ao chegar
Dm7 Bb7/9 C/E
Jamais meu violão me abandonará
Gm7 C7/9 Fm7
Se eu sofri, foi inútil viver
Bb7 Em7/9
Já mais nada me resta saber
A7/b13 Dm7
Quero ouvir meu violão gemer
G9/13 Gb9/13 Gm7
Até eu me sere nizar
C7/9 Fm7
Se eu sofri, foi inútil viver
Bb7 Em7
Já mais nada me resta saber
A7/b13 Dm7/9
Quero ouvir meu violão gemer
G9/13 Gb9/13 C7M
Até eu me serenizar


















